asdasdasdasdasdsad
çoiljhsdnnnnnnnnnnaa
Nem sei por onde começar. Faz algum tempo desde a última vez que escrevi. As palavras parecem fugir, mas todas elas fazem sentido na minha mente. E elas são tantas e eu ouço-as constantemente, elas perseguem-me e não descansam.
Tudo em meu redor me sufoca, sinto-me permanentemente paralisado e o fôlego da minha salvação aparenta estar tão perto. Mas não está, é apenas mais uma partida com assinatura da minha mente. E eu corro, corro o mais rápido que os meus gélidos pulmões permitem e que o meu coração aguenta. Mas posso eu fugir daquilo que mais temo? Posso eu fugir de mim próprio? Encontro a resposta temporária, que me atordoa uma vez mais, no metal frio sobre a pele do meu braço, deslizando lentamente, à medida que uma lágrima de desespero e sofrimento percorre o meu rosto. Eu não sei porque choro, sentir-me diariamente miserável já não é doloroso.
Gostaria apenas que alguém pudesse olhar para dentro de mim, para dentro da minha mente e que não julgasse pelo quão perturbado eu sou e que talvez, talvez decidisse ajudar-me apanhar os vidros estilhaçados e reparar-me. Mas quem é que eu tento enganar? Ninguém se daria ao trabalho para ajudar alguém como eu. Cada um de nós trava as suas batalhas e luta contra os seus demónios. Além de que seria um ato egoísta pedir tal.
Sou irreparável e isso é o que mais me magoa, saber que irei ser sempre assim. Porque as pessoas não mudam, apenas aparentam mudar quando lhes é benéfico e creio que ninguém será tão altruísta para me ajudar.
Tudo em meu redor me sufoca, sinto-me permanentemente paralisado e o fôlego da minha salvação aparenta estar tão perto. Mas não está, é apenas mais uma partida com assinatura da minha mente. E eu corro, corro o mais rápido que os meus gélidos pulmões permitem e que o meu coração aguenta. Mas posso eu fugir daquilo que mais temo? Posso eu fugir de mim próprio? Encontro a resposta temporária, que me atordoa uma vez mais, no metal frio sobre a pele do meu braço, deslizando lentamente, à medida que uma lágrima de desespero e sofrimento percorre o meu rosto. Eu não sei porque choro, sentir-me diariamente miserável já não é doloroso.
Gostaria apenas que alguém pudesse olhar para dentro de mim, para dentro da minha mente e que não julgasse pelo quão perturbado eu sou e que talvez, talvez decidisse ajudar-me apanhar os vidros estilhaçados e reparar-me. Mas quem é que eu tento enganar? Ninguém se daria ao trabalho para ajudar alguém como eu. Cada um de nós trava as suas batalhas e luta contra os seus demónios. Além de que seria um ato egoísta pedir tal.
Sou irreparável e isso é o que mais me magoa, saber que irei ser sempre assim. Porque as pessoas não mudam, apenas aparentam mudar quando lhes é benéfico e creio que ninguém será tão altruísta para me ajudar.
Esta será a última carta que te escrevo, e de certa forma a primeira.
Durante o tempo em que fomos um só houve felicidade, cumplicidade, paixão, mas sobretudo amizade. Embora esta nossa cumplicidade não estivesse sempre no limiar da perfeição, eu nunca deixei de te amar como um adolescente ingénuo. Nem sempre tive a melhor atitude para contigo, mas eu estava cego. Acho que é o preço que se paga quando se está profundamente apaixonado por alguém e que por vezes chega a doer. Não consegui manter o descirnimento de um adulto racional e fui muitas dessas vezes infantil e egocêntrico. Agora percebo que para amar e poder ser amado, é preciso remover o "eu" da equação e ser o outro. Eu não o fiz, mas não me arrependo. Não existem erros nesta vida, tudo o que fazemos tem um propósito, está destinado para acontecer de alguma forma.
Não podemos mudar o nosso destino, mas podemos torná-lo melhor e é aí que se encontra a razão de ser desta carta. A vida é longa minha cara e se estivermos destinados um para o outro, o destino encarregar-se-á de nos juntar de novo. Eu esperarei por ti e o meu coração será sempre teu como foi desde o primeiro dia em que os nossos caminhos se cruzaram.
Espero que sejas feliz, tal como tu me fizeste a mim.
Durante o tempo em que fomos um só houve felicidade, cumplicidade, paixão, mas sobretudo amizade. Embora esta nossa cumplicidade não estivesse sempre no limiar da perfeição, eu nunca deixei de te amar como um adolescente ingénuo. Nem sempre tive a melhor atitude para contigo, mas eu estava cego. Acho que é o preço que se paga quando se está profundamente apaixonado por alguém e que por vezes chega a doer. Não consegui manter o descirnimento de um adulto racional e fui muitas dessas vezes infantil e egocêntrico. Agora percebo que para amar e poder ser amado, é preciso remover o "eu" da equação e ser o outro. Eu não o fiz, mas não me arrependo. Não existem erros nesta vida, tudo o que fazemos tem um propósito, está destinado para acontecer de alguma forma.
Não podemos mudar o nosso destino, mas podemos torná-lo melhor e é aí que se encontra a razão de ser desta carta. A vida é longa minha cara e se estivermos destinados um para o outro, o destino encarregar-se-á de nos juntar de novo. Eu esperarei por ti e o meu coração será sempre teu como foi desde o primeiro dia em que os nossos caminhos se cruzaram.
Espero que sejas feliz, tal como tu me fizeste a mim.
Do teu eterno amante...
Um novo texto fictício, espero que gostem :)
Um novo texto fictício, espero que gostem :)
